Arquitetando em Curaçao

A coluna esteve visitando Curaçao trazendo um pouco de sua história para você leitor. Edificada em meados dos anos 1600, as estruturas em Willemstad o que vem a ser a capital da Ilha caribenha, lembram o design de Amsterdã, com construções coloniais neerlandesas do século 17 e 18 que não se encontram em lugar algum, com exceção dos Países Baixos. Com o tempo, ao passo que os estilos tradicionais de Willemstad eram modificados para se adaptar à brisa e ao clima seco da ilha, toques caribenhos foram adicionados como varandas, alpendres, arabescos e persianas. O padrão de cores é vibrante, com a introdução de tons fortes e brilhantes, incomuns na pátria-mãe. Suas praças desempenham muitas funções. Mais notadamente, são locais de alimentação, comércio, festivais e cerimônias. Existem, várias praças que estão em uso como mercados a céu aberto em Otrobanda. Os Telhados íngremes de lajotas terminados em um frontão são marcas da clássica arquitetura urbana holandesa. Esses elementos estão belamente situados nas mansões do século 18 restauradas. Mas o atrativo maior é o comércio e a riqueza natural das praias: as nativas como; Kenepa Grandi, a mais bela praia, Playa Port de Marie, esplêndida, Mambo Beach no Resort mais conhecido, entre outras 43 praias, portanto alugar carro é fundamental. Destaco o complexo do Resort Papagayo, na praia de Jan Thiel. Nos bons restaurantes ou lugares mais eletizados, os turistas brasileiros são melhor tratados, incluo o imperdível complexo do Hotel e Cassino Renaissence. Apesar de passarmos um stress muito grande na volta com a Insel Air, nada roubaria as belezas desta ilha caribenha. Vale  à pena conhecer.

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