Arquitetando Manaus na TV: Jaqueline Chagas

O bom atendimento da joalheria Jaqueline Chagas é percebido logo na entrada. A equipe de reportagem foi recebida com um cappuccino e um bolo de rolo, servidos em uma reluzente bandeja de prata. “Quando alguém entra aqui, todas as atenções se voltam para essa pessoa, ela precisa se sentir querida”, explica a dona da loja, a empresária Jaqueline Chagas.

Maquiada, bem vestida e muito elegante (bem como todas as oito funcionárias), Jaqueline explicou com detalhes como é criado o universo envolvente e glamouroso da joalheria. “Nos preocupamos com todas as pequenas coisas, porque nossos clientes são muito exigentes, além de possuírem certo conhecimento sobre joias, então precisamos entender muito sobre o produto e receber sempre muito bem a todos. Da unha bem feita ao conhecimento na hora de classificar os quilates da peça, tudo é essencial”, enfatiza.

Para trabalhar na joalheria, além de experiência e conhecimento na área, é preciso ainda ter o perfil correto para lidar com pessoas apaixonadas por joias e com poder aquisitivo suficiente para comprá-las. “Procuro pessoas com a mesma ‘vibe’ que eu, porque nós não podemos nos limitar a vender bem, precisamos conquistar os clientes e trabalhar em sintonia. Não é fácil trabalhar com clientes do mercado de luxo. É preciso estar atento a tudo, ter noção de etiqueta, estar sempre bem arrumado e até usar a quantidade de perfume correta, porque eles são muito criteriosos”.

Exclusividade

Além de profissionais altamente capacitados, cafezinho e champanhe, os clientes “classe A” também procuram atenção e serviços exclusivos. “Todo mundo gosta de carinho, então sempre preparamos algo especial para fazer o cliente se sentir querido, porque aqui nós os tratamos como família. Em datas comemorativas, aniversários, nós sempre mandamos presentes ou organizamos alguma confraternização, já fechei até uma sala de cinema para nossas clientes para uma sessão exclusiva. Existem momentos também que precisamos até ser meio psicólogas, porque algumas clientes chegam aqui só para conversar”, conta.

Fonte: Acrítica

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